04/09/2008 03:24 ELEIÇÕES RIO DE JANEIRO/2008
Ôooo Assessoria!
Um texto “chulo” para campanhas “chulas”
Devo confessar...
O horário eleitoral de candidatos a prefeito e vereadores da cidade do Rio de Janeiro, cansam a minha inteligência. A beleza não, porque faz rir e rir é bom pra saúde, pele, etc... .
Enfim:
Nada concreto, planos abordados superficialmente, problemas colocados de forma sensacionalista. Há até um candidato que reclama da falta de tempo e manda acessar o site. Ôoo assessoria!!! A TV vá lá que seja considerada democrática mas o acesso a internet ainda não. Essa “falta de tempo” soa como uma falta de conteúdo.
Outro dia a propaganda política de um dos candidatos, como um apelo a questão da segurança, abria com uma cena de tiro ao alvo aos cidadãos. Ôoo assessoria!!! Sensacionalismo barato assusta até quem passa fome...Bom, naquele dia, foi o único que falou em segurança.
A moda mesmo aqui é falar na saúde, abrir pronto-atendimento 24h. Se um diz que vai abrir 20, outro no dia seguinte, promete 40 e assim vai. Tem mais, todo mundo é amigo do Lula (que não aparece defendendo nenhum lado) e já disse que não faria campanha no Rio, mas é usado em propaganda que nem água. Ôoo assessoria!!! Como diz o Milton Nascimento “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves...”...Se usa demais estraga e ofusca!
Tem um candidato que aparece em vários perfis falando aquele discurso básico sobre melhorias e tal (igual aos demais) como se fosse modelo de revista. Ôoo assessoria!!! Global é global, candidato é candidato.
Tem outro que diz muito humildemente, mas diz, que é herói, que foi ajudar as pessoas numa enchente que ocorreu há algum tempo na cidade. Usa os eleitores para dizer que ele estava lá ajudando. Ôoo assessoria!! Se fosse sincera ajuda, não precisava usar na campanha. Se as pessoas viram, fica marcado, antes o boca-boca que um heroísmo explicito do próprio “herói”. Narciso, hello!!
Hoje vi algo novo, um candidato que nem tinha percebido direito. Ele falou diante de algum posto de saúde ou hospital fechado. Bravo assessoria!! Mostrou o problema real pelo menos, mas a solução tava vaga no discurso.
Percebe-se aqui no Rio e Niterói a quantidade de candidatos jovens entre prefeitos e vereadores, tem um que até desconfio que deram no cabelo um toque de grisalho para parecer mais velho... Ah chapinha também rola. Aliás dos vereadores, melhor nem comentar... quem é médico aparece de jaleco branco e na frente do primeiro nome está bem claro: “Dr.”.
Minha teoria é que há uma conspiração das assessorias para se votar nulo. Há uma competição acirrada sendo desenvolvida para isso. Nunca admirei tanto como agora as campanhas com menos recursos, que aparecem apenas o candidato falando num fundo de cor única...sem “blábláblás”. Se fosse padrão para todos, haveria mais política e menos publicidade e sua falta de habilidade que sempre peca pelo excesso!
Ai, ai, ainda bem que estou longe de casa para saber as barbaridades que também devem estar ocorrendo por lá. De consciência bem limpa, esse ano, longe, justifico o voto e só lamento para quem anda em círculo, sapateia, tem abelha no ouvido e tal...
Aliás o T.S.E faz essa campanha na TV porque não é ele que vota no Rio de Janeiro!
Melina Zucolo Guterres | comentários(8)
04/09/2008 01:23 
...Reticências
Um tanto cansada
Ao mesmo tempo instigada
Como uma pirata
Descobrindo um mundo novo
Não, não tá lá fora!
Tá dentro:
Livros,
Filmes alternativos,
Filosofia na madrugada,
Um pouco mais de cultura
Sempre mexe comigo!
Melina Zucolo Guterres | comentários(1)
30/07/2008 17:52 LANÇAMENTO DO CURTA:
Lançamento do curta-metragem SEMPRE ÀS QUARTAS
Quarta-feira, 6 de agosto, 21h30 no Bar e Restaurante Coyote acontece o lançamento do curta-metragem SEMPRE ÀS QUARTAS de Melina Guterres, que traz a história de um senhor por volta dos seus 80 anos, Francisco.
O curta teve seu argumento e roteiro criado na disciplina de Cinema do Curso de Jornalismo da Unifra, pela então, acadêmica Melina Guterres em 2006. As gravações começaram no primeiro semestre de 2007 como atividades extracurricular realizada pelo Núcleo Audiovisual – TV UNIFRA, envolvendo alunos de diversos semestres. Por ser uma atividade extra e não prioritária como as produções de uma disciplina, o processo de finalização somente se realizou em julho de 2008.
SEMPRE ÀS QUARTAS fala sobre solidão, romance, fantasias, expectativas e esperanças. Foi escrito no intuito de gerar reflexão e dúvida. Francisco é um homem que coloca poesia em sua vida, recria seus dias e é capaz de viver um grande amor antigo ou quem sabe até inventar um. O suposto aniversário desse amor, narra o dia.
O primeiro corte do curta ficou em torno de 30 min, aos poucos sendo reduzido, finalizou-se em 11 minutos e 35 segundos. Foi prioritário optar pela construção de uma boa narrativa e tempo justo de um curta-metragem . Por isso nem todas as cenas gravadas estão no curta. Algumas foram excluídas, outras reduzidas. Futuramente pretende-se colocá-las como extras no DVD junto com o making off.
Mais informações em: http://semprequartas.blogspot.com/
LANÇAMENTO:
DIA: 6 DE AGOSTO DE 2008 - QUARTA-FEIRA
HORA: 21H30
LOCAL: COYOTE BAR E RESTAURANTE,
HOTEL ITAIMBÉ, RUA VENÂNCIO AIRES, 2741
SANTA MARIA-RS / BRASIL
Melina Zucolo Guterres | comentários(0)
19/07/2008 14:57 APENAS ISTO:
 Melina Zucolo Guterres | comentários(1)
19/06/2008 15:27 'Uma dica: o blog do primo Pantufa'
"Eles" também cozinham
Os cozinheiros: Firpo, Pantufa, SpK
Buenas... quem já viu homem na cozinha sabe que alguns gostam mesmo é do fogão. Quebrando todos os tabus, clichês, preconceitos, do gênero “lugar de mulher é na cozinha”, três guris conseguiram provar que podem ser tão bom quanto elas quando se trata de comida.
Firpo (mudo), Pantufa (Cego) e Spk (surdo), amigos de longa data mal conseguiam se ver com a correria do dia-dia. Passaram então a se encontrar somente para comer. Cansados e sem dinheiro toda hora para comprar comida pronta, resolveram começar a cozinhar. E aí a bruxa baixou e a magia se fez. Pensar no que fazer, como fazer e experimentar o resultado era a graça dos encontros.
Com muita diversão e palhaçada e a mania de fotografar do Spk, esses guris, que passam inventando algo novo, tiveram a brilhante idéia de criar um blog. Assim nasceu o "japa" (responsável pela essência de cada receita - não é real e sim referência para a criatividade destes rapazes) reunindo dicas na construção de cada prato e descrevendo um cenário perfeito.
Postando, desde então (2006), suas receitas sempre com uma boa dose de humor, um reflexo de amizade criativa, produtiva geradora de uma deliciosa refeição para quem puder experimentar, acompanhar, degustar... .
o BLOG: The Cooking Fellowship é "o que a casa oferece"! - HTTP://www.thecookingfellowship.blogspot.com
Melina Zucolo Guterres | comentários(12)
16/05/2008 22:03 NULL
Ondulados
Melina Guterres
É outro mundo,
Diferente da semana passada,
Onde as loiras devem ter ficado três horas,
Para estarem chapadas,
Literalmente lisas,
sem idéias,
sem nada!
É o efeito da chapinha domesticada.
Os “Shii” estão presentes,
Porque os “presentes” querem silêncio
Para o próximo conto, poesia...
As mesas e cadeiras voltadas para os poetas,
Músicos..
E estamos num bar,
Bebendo cerveja, fumando cigarros
...em silêncio.
A poesia está no fim...
Mas agora deixa marcada,
Diferente da semana passada,
Que há gente interessada,
Ondulada,
“Cheias”, cansadas...
Do vazio do nada!
* Escrito entre uma pausa que outra dos poetas no último dia do Circuito Elétrico da Feira do Livro... Num bar alternativo, um dos poucos que fazem valer o termo "Cidade Cultura" a Santa Maria, porque lá o seus frequentadores refletem isto. Onde, provavelmente, o que se veste não tem tanto valor quanto o que se pensa.
P.S (para esclarecer): Num dia da "semana passada", o circuito elétrico ocorreu em um bar, destes frequentado por um público, "menos alternativo", onde parecia até um desfile de moda. Na mesa, 3 poetas tentavam ler poemas e contos, mas era quase impossível, pois aquele "público" muito bem arrumado, não permitia, não fazia silêncio, não respeitava. Não havia "shii"porque o desinteresse era tamanho. Os poetas tentaram, tentaram, até gritaram. Uma até mudou o tema, falou da sua vida. Mas nada adiantava. Ninguém os escutava. Encerram mais cedo, voltaram para casa.
Uma vergonha para uma cidade que se diz cultura e universitária.
fotos: Melina Guterres e Janaína Vedoin
Melina Zucolo Guterres | comentários(21)
18/04/2008 04:42 NULL
Num dia nublado em que choveu muito fui até a janela do apartamento e vi que no poste um casal de joão-de-barro construía sua casa. Eles se revezavam nas funções enquanto um saía para buscar material, outro com o bico fazia a casa e vice-versa.
O joão-de-barro é pouco menor que um sabiá, porém mais delgado. Sua cor é cor de terra, com a garganta branca e a cauda avermelhada. É uma ave alegre que gosta de conviver com o homem. Vivem em casais e passam os dias a gritar em curiosos duetos.
Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/jbarro.htm
A paz dos duetos
Há pessoas que ferem querendo educar
Há quem use palavras duras
Há quem ofenda querendo despertar
Há quem grite de fome num urro de raiva
Há quem silencie
Há quem guarde tudo para si
Há quem exploda
Há quem não meça palavras
Há pessoas que não aceitam o diferente
Que querem trazer para si o que não podem
Que desejam interferir onde não devem
Que acabam fracassando por tentar a qualquer custo
Que perderam o limite
Que perdem o respeito
Que passam por cima
Que não perguntam
Apenas afirmam
Há pessoas que interferem na liberdade do outro
Buscando a própria paz
Há duelos e há duetos
Há guerra...
Mas não há amor...
Sem a paz dos duetos!
fotos: Melina Guterres
Melina Zucolo Guterres | comentários(5)
23/03/2008 20:36 NULL
PÁSCOA
Melina Guterres
Bom, a páscoa é realmente uma data que eu não entendo. Acho que nunca simpatizei com ela. Vejo na TV as representações da crucificação de Cristo e me surpreendo com as pessoas reproduzindo uma cena de tortura que teoricamente ocorreu há mais de 2000 anos.
Acho esta uma data meio macabra. Parece que metade do mundo se condena por um ato que ninguém viveu. Ficam relembrando o horror como se tornassem melhores por isso. Afinal horrores ocorrem todos os dias e a maioria não faz nada, não é mesmo? Talvez por estes serem realistas.... não se passam há dois mil anos.
Assim, no futuro é possível que representem os horrores de agora num mega espetáculo... Mas e quem seria o salvador?
Acho que estamos sem herói, a maioria deles são tão velhos que habitam só em crenças sem a mínima comprovação de que realmente existiram.
Outra coisa que não entendo, porque comer chocolate? É pra se consolar da culpa do “pecado”? ou será que tanto comer ele deixa “deprê” e é essa intenção? Descarto neste caso a lógica dos supermercados.
Bom, aviso já aos meus caros amigos e leitores que se um dia eu morrer numa situação em que venha a me tornar uma “salvadora” morta injustamente, eu não gostaria que reproduzissem a minha morte, simplesmente porque a maldade não deve ser reproduzida. Que falem, representem a minha vida e não a minha dor. Será que Jesus, se é que ele existe, gosta de ver esse cenário todos os anos?
Sinceramente acho que não. È meio sádico esse ritual de páscoa. Das datas cristãs, gosto somente do Natal mesmo, que celebra a vida.
Enfim, período de reflexão. Me recolho, desligo a TV, não leio jornais, evito conversas sobre religião e até mesmo passar próximo a qualquer “Casa de Deus” .... Fico só com o chocolate mesmo que já ta de bom tamanho...
...Em compensação, a páscoa também representa um ser que morreu por amar demais, mas então porque o ser pregado numa cruz? Acho que querem dizer, olhem o que fizeram com quem ama vocês, não amem, serão pregados também, o venerem, são todos culpados. Enfim, não entendo muito de religião, mas não vejo lógica em representar um ato tão cruel. Será que todo mundo pensa em quem “crucificou” no ano anterior? Ou será que pensam “ah coitado do Jesus lá na Cruz”, vou rezar pra ninguém me crucificar.
Essa lógica de “mocinho e vilão” tinha que ter data de vencimento. Até porque ninguém acredita que é o mal da história e quando acredita sofre uma penitência interna que pode ser tão cruel quanto qualquer condenação moral externa. Enfim, se a páscoa é um período de reflexão, é bom refletir sobre esta....vá que alguém ressuscite, desperte de um sono pra lá de profundo.
Coelhinho da páscoa o que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim
Coelhinho da páscoa cadê aqueles ovos que tiraste de mim?
Melina Zucolo Guterres | comentários(7)
19/03/2008 15:51 Um conto...
FOSSA
Melina Guterres
Matias acordava de um sono profundo, era um novo dia e sua vida seria a mesma de ontem, de antes de ontem, nada mudava. Sua rotina era a mesma, de manhã: café, trabalho, ao meio-dia: almoço em algum shopping, tarde: trabalho, noite: horas frente à TV ou lendo notícias na internet. Aos fins de semana namorava.
Já estava monótona a sua vida. Matias um rapaz de 30 anos, sem filhos, com espírito aventureiro, empregado numa firma em que a maior parte do tempo trabalhava em uma sala. Pelo menos a vista da janela era boa.
Antes de dormir imaginava tantas possibilidades sobre si, sua vida, futuro que ria de si mesmo ao pensar que mais tarde morreria de com câncer no cérebro de tamanha imaginação que este continha.
Seu gosto pela noite era incomum. Quando só, o silêncio e seus pensamentos o bastavam, em grupo era algum bar, boteco, festa.
Mas nessa rotina que adotara para si, nada era melhor que sua imaginação e seus sonhos. Matias sonhava todas as noites, sentia-me mais vivo dormindo que acordado. Em um sonho reunia diferentes emoções que na vida real não tinha há meses. E a vida seguia.... .
Até que um dia sonhara com sua mãe, já falecida, segurando um rolo de pão entre mãos, com farinha no avental, gritando-lhe:
- Levanta dessa cama guri, se continuar assim, não vai tocar nunca essa vida pra frente.
Acordou num susto às 3 da manha, lembrou na hora das palavras de seu pai “para um bom entendedor meias palavras bastam”. Foi até a cozinha, serviu um suco de uva, sentou-se sobre a mesa e chorou. Sua mãe tinha razão, ele ainda estava dormindo, trabalhava para se sustentar, namorava uma menina que não sabia se um dia casaria e ainda por cima não fazia o que gostava, não correrá atrás de seus sonhos e nem tentara sequer sair da sua cidadezinha.
Quando amanheceu, logo foi ao trabalho pediu demissão, passou no banco transferiu todo dinheiro da poupança para conta, foi até a namorada e pediu um tempo indeterminado. Alegava que precisava ficar sozinho e pensar.
Chegou em casa, arrumou as malas, dirigiu até a capital, deixou o carro num amigo e foi para o aeroporto.
Sentou-se num banco confortável e pensou “e agora para onde eu vou?”. Dormiu.
Acordou-se, estava na sua cama, tinha sido só mais um sonho...
Levantou-se, seguiu a sua rotina.
Melina Zucolo Guterres | comentários(9)
24/01/2008 01:07 NULL 
QUANDO...
Um resumo de algumas razões que me motivaram a escolher o cinema local como tema de monografia
Melina Guterres
Quando a banca me questionou o porquê do meu tema de monografia (UM CENÁRIO DE CINEMA/VÍDEO DE SANTA MARIA-RS – DE 2002 A 2007) na minha defesa, fiquei pensando se deveria ou não ter escrito com mais emoção num trabalho cientifico. Não sabia se de fato um interesse pessoal era conveniente contar... Mas expus neste dia e agora na escrita (um pouco mais pensado).
O porquê de realizar essa monografia começou lá no final de 2001 quando o Sérgio me convidou para trabalhar no longa-metragem Manhã Transfigurada e foi avançando a cada dia de pré-produção e gravação ao ver que embora as dificuldades fossem enormes, todo mundo tinha “gana” por construir, fazer a sua parte, gravar o filme.
Foi crescendo quando surgiu o Curso de Extensão em Cinema Digital e fazer cinema já não se limitava a um pequeno grupo.
Quando vi uma amiga que não tava bem, encontrar uma “cura” produzindo todo dia. Quando vi que saiam bons trabalhos.
Quando nos reunidos no porão da TV OVO para criar uma Associação.
Quando vi no I Festival de Cinema e Vídeo os meninos de rua da Praça Saldanha Marinho na primeira fila do Teatro, em silêncio vendo cada um dos curtas exibidos.
Quando percebi que o cinema é democrático.
Quando reparei que a cada ano, o interesse local, assim como as produções avançam, que os números crescem consideravelmente.
Quando vi uma gurizada jovem engatada em alguma produção e não perdendo tempo.
Quando vi que homenagens devem ser prestadas a estes que abrem portas e que muitas vezes nem percebem, porque o cinema é um interesse deles também.
Cinema não se faz sozinho, reúne artes, se faz em equipe, da qual cada um é importante para o todo. E se esse todo é capaz de mudar a vida de tanta gente, mobilizar a tantos, ele merece reconhecimento, merece ser contato. Religiões a parte, é preciso ter fé e muito trabalhar, muitas vezes, sem nada receber, além é claro, da satisfação de um criador.
Como santa-mariense, filha de professores, aprendiz participante dessa trajetória, resolvi honrar aos “mestres”, a produção local, o interesse da cidade, mostrando, através dos fatos, que antes de se ter uma obra pronta, se tem muita história pra contar. E que se esta existe é porque há quem a faça e acredite que se pode “transformar sonhos em realidade”, como definiu Sérgio sobre o que o move na alma para se fazer cinema.
Certa vez na escola, nas séries iniciais, a professora pediu uma redação sobre o que se tinha aprendido até aquele exato momento. Recordo-me de ter escrito de não ter aprendido nem 1% do que um dia aprenderia.
Hoje posso afirmar que aprendi um pouquinho mais. Aprendi que a melhor forma de gratidão é a ação, que não escolhi contar essa história, ela que me escolheu.
* texto escrito em 31/12/2007
Melina Zucolo Guterres | comentários(0)
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